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Linguagem

Manifestação do humano que concebe o sujeito histórico. No primeiro livro "Política", Aristóteles afirma que os seres humanos são os únicos seres vivos que "dominam a linguagem" (logon echei) o que significa que podemos nos comunicar ou "revelar" (deloun) não apenas o que é útil ou prejudicial, mas também o que é justo ou injusto. Ele conclui dizendo que "a comunhão (koinonia) nestes assuntos cria a casa e o estado" [Pol. I, 2, 1253 a 18]

Tradição filosófica: Filosofia Antiga ; Filosofia Política; Filosofia da linguagem.

Corrente epistemológica: Teoria do sujeito; Teoria da linguagem. 

Fonte: CAPURRO, Rafael. Ética e política pública dentro de um ambiente digital. Disponível em: <http://www.capurro.de/ethicomp02.html. Acesso em mar. 2017.

Livre fluxo da informação

A ideia de “livre fluxo de informação” (free flow of information) é um “regulativo”, no sentido kantiano do termo, isto é, está orientada para um equilíbrio dinâmico entre as diferentes estruturas através das quais construímos a realidade, tanto semântica como pragmaticamente. As utopias informacionais associam-se às estruturas contingentes da ideia de “livre fluxo de informação”, transformando-a em um conceito histórico cambiante e circunstancial aos contextos de uso das múltiplas formas de vida.

 

Tradição filosófica: Filosofia da Informação.

 

Corrente epistemológica: Teoria da informação. Epistemologia da Ciência da Informação.

 

Fonte: CAPURRO, Rafael. On the genealogy of information. In: KORNWACHS, K.; JACOBY, K. (Eds.). Information. New Questions to a Multidisciplinary Concept. Berlin: Akademie Verlag, 1996. p. 259-270

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